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Sobre o Jardim América

Jardim América

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Coordenadas: 23°34’12″S 46°40’20″O

Jardim América
Aspecto de uma via do bairro.
Bairro de São Paulo Bandeira da cidade de São Paulo.svg
Área: 1,09 km²1
Fundação: 1913
Distrito: Jardim Paulista
Subprefeitura: Pinheiros
Região Administrativa: Oeste

Jardim América é um bairro nobre da zona oeste da cidade de São Paulo, Brasil. Forma parte da região da cidade conhecida como Jardins, de predomínio da classe-alta. O bairro faz parte do distrito do Jardim Paulista, administrado pela subprefeitura de Pinheiros.

É delimitado pela Rua Groenlândia, Avenida Nove de Julho, Avenida Brasil, Avenida Brigadeiro Luís Antônio, Rua Estados Unidos e Avenida Rebouças. Limita-se com os bairros: Jardim Paulista, Jardim Europa e Cerqueira César.

 

História

Projetado pelos ingleses Barry Parker e Raymond Unwin, o bairro foi o primeiro projeto imobiliário brasileiro baseado no modo cidade-jardim. O projeto foi encomendado pela City of São Paulo Improvements and Freehold Company Limited, também sediada na Inglaterra, que fez um loteamento voltado para o público de alto poder aquisitivo. Inicialmente, foi chamado Villa America, uma homenagem a America Milliet Sabino, senhora de Horacio Belfort Sabino, consogro de Cesário Cecílio de Assis Coimbra e sócio da Cia. City em vários empreendimentos. Foi, também, grande proprietário de extensas áreas nessa região, inclusive as que formam, atualmente, o bairro de Cerqueira César, parte delas legadas por seu sogro Afonso Augusto Milliet e parte adquirida de terceiros. Essa experiência de urbanização tinha como preocupação oferecer uma alta qualidade de vida aos moradores, por meio de residências instaladas em grandes terrenos ajardinados, dispostos em ruas arborizadas de traçado curvilíneo.

Inicialmente, tratava-se de uma propriedade dos coronéis Joaquim e Martim Ferreira da Rosa, com uma área de 1.091.118 m². O projeto inicial do bairro previa uma grande praça central com quatro ruas em diagonais, jardins internos privativos (que integrariam os terrenos) e uma avenida principal de acesso aos mesmos. Tal idéia, contudo, enfrentou objeções na sociedade da época. Foram necessárias adaptações, fazendo com que alguns jardins passassem a ter um uso semi-público, com acessos através de vielas.

As obras se iniciaram em 1913, terminando quase duas décadas depois, em 1929. Os loteamentos eram regidos por diversas restrições de uso do solo, criadas pela Companhia City: limites para o gabarito, afastamentos laterais e recuos de fundo e de frente. O objetivo era garantir a qualidade ambiental, sanitária e visual dos imóveis que ali seriam erigidos. Esses procedimentos eram inovadores para a época. Além disso, O decreto municipal nº 3227, datado de 1929, estabelecia a proibição de construção de prédios não residenciais, o que conferiu-lhe um padrão diferenciado e garantiu sua alta valorização.

Intensa arborização de suas vias.

Houve longas negociações entre a empresa loteadora e a prefeitura do município, pleiteando melhorias como iluminação pública e serviços de transporte coletivo. A City colaborou com a doação dos terrenos onde se instalaram o Club Athletico Paulistano e a Sociedade Harmonia de Tênis, com o objetivo de estimular a prática de esportes e a saúde dos moradores do bairro. Foi ainda cedido um terreno para a construção da Igreja Nossa Senhora do Brasil. O Club Athletico Paulistano tinha como sede o Estádio Jardim América, onde eram realizados os jogos do Campeonato Paulista de Futebol. O estádio foi demolido na década de 1950.

Em virtude de seu inestimável valor paisagístico em decorrência da sua localização, o bairro e a região dos Jardins foram tombados pelo CONDEPHAAT no ano de 1986.

Atualidade

Exemplo de mansão do bairro.
Exemplo de mansão do bairro.
A Igreja Nossa Senhora do Brasil.
A Igreja Nossa Senhora do Brasil.

O Jardim América é um dos mais valorizados da capital paulista, sendo o bairro mais caro da cidade para se residir em casa térrea e o segundo que mais consome água. Também é residência de diversos moradores da elite paulistana.  É classificado pelo CRECI como “Zona de Valor A”, tal como outros bairros nobres da cidade, exemplo de: Higienópolis, Cidade Jardim e Ibirapuera.

Foi retratado em diversos livros de arquitetura e história nacional, tais como: “A cidade e os Jardins: Jardim América, de projeto urbano a monumento patrimonial (1915-1986)” da historiadora Zuleide Casagrande de Paula e “Jardim América: o Primeiro Bairro-jardim de São Paulo e sua Arquitetura” de Sílvia Ferreira Santos.

No bairro localizam-se o Clube Atlético Paulistano , e a Sociedade Harmonia de Tênis, clube de esportes tombado pelo CONDEPHAAT na década de 1980, por sua arquitetura inovadora. Abriga também a Igreja Nossa Senhora do Brasil, na Praça Nossa Senhora do Brasil, muito procurada para casamentos da elite paulistana. Projetada em estilo colonial-barroco na década de 1940 pelo arquiteto Bruno Simões Magro, possui também um acabamento em azulejos de cerâmica, madeira de lei trabalhada e zimbórios de pastilhas de porcelana.

Em seu território encontram-se os consulados chinês, espanhol, peruano, português, russo e uruguaio.

Moradores e ex-moradores

  • Abílio Diniz (1936), empresário
  • Dilson Funaro (1933-1989), empresário, engenheiro e político
  • Mário Wallace Simonsen (1909-1965), empresário
  • Paulo Salim Maluf (1931), engenheiro, empresário e político

Sobre Saruê Soluções Imobiliárias

SARUÊ SOLUÇÕES IMOBILIÁRIAS

Uma empresa configura sua real existência no momento em que tem o seu nome escolhido. Um nome porta as insígnias da individualidade e reflete o desejo de uma coletividade. Simboliza o projeto. Expõe. O nome carrega em si a história e se identifica com o percurso a ser construído. Por isso a escolha de Saruê. Um nome que relata a história de um percurso, de uma viagem, a um lugar onde a amizade, o trabalho e a alegria seguem de forma harmoniosa.

Como diz o cordel (conheça o cordel, Clique aqui), “o povo em “São Saruê” tudo tem felicidade, passa bem, anda decente, não há contrariedade.” “Tudo lá é festa e harmonia, paz, bem-querer, amizade, prazer, tranqüilidade e alegria”.

A SARUÊ SOLUÇÕES IMOBILIÁRIAS é uma empresa conceitual. Não um logotipo. Mas uma marca de referência. Onde a qualidade transparece desde o momento da abertura das suas portas. No estilo de lidar com seus profissionais integrantes da equipe. Na confiança creditada ao manejo de soluções,  permitindo que a individualidade seja valorizada e incentivada.

E assim habilita-se.  Respeitando seu nome e os que participam deste nome. Como uma integração entre o que está escrito e o que será lido. Uma tradução fiel ao ideal. Um lugar que não se limita ao espaço. Não se limita a ofertas. Não se limita à rotina de negociações frias e impessoais. Muito mais que tudo isso.  É um Lugar que permite que as negociações evoluam com a clareza e a confiança de quem acolhe e oportuniza que uma idéia seja concretizada.

Não se consegue isso com discursos ou com razões minimizadas que acabam comprometendo a vida profissional. A proposta da SARUÊ SOLUÇÕES IMOBILIÁRIAS é viabilizada por um conceito inscrito. Há uma intenção dentro da proposta, definida e caracterizada por atitudes e padrões criteriosamente estabelecidos. Os profissionais integrantes da equipe, sempre direcionados a um atendimento personalizado dos seus clientes, exercem suas atividades onde o respeito, a ética e funcionalidade se entrelaçam com a objetivação e a qualidade.

A SARUÊ SOLUÇÕES IMOBILIÁRIAS se integra ao seu nome, conceituando sua marca. Com metas e propostas bem definidas. Desenhando um contorno de absoluta segurança dentro destas metas e propostas.

“chegando mais perto eu li dizendo: “São Saruê” é este lugar aqui.”

Luiz Augusto de Almeida

Saruê Soluções Imobiliárias na Midia

Onde a Saruê Soluções Imobiliárias foi objeto de interesse ou fonte de referência.

Em 01 de Abril de 2012 em reportagem sobre casas de vila no jornal “Diário de São Paulo”

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Em 3 de Janeiro de 2011 no site voltado a marketing feminino, Delas! Mkt:

Clique aqui e veja a integra da entrevista

Em 21 de Fevereiro de 2010, em reportagem sobre locação de imóveis para estrangeiros no jornal “O Estado de São Paulo”

Clique aqui e visualize a reportagem

Em 17 de Janeiro de 2010 na RedeTV!, sobre imóveis comerciais na Avenida Paulista: